Israel diz que prendeu chefe de segurança interna do Hamas em incursão em Gaza
Em 1º de setembro de 2026, forças israelenses realizaram uma operação militar na Cidade de Gaza, prendendo Moueïn al-Arabid, chefe do serviço de segurança interna do Hamas, perto de sua casa. A incursão incluiu ataques aéreos e disparos de drones que mataram pelo menos quatro pessoas, incluindo três crianças, segundo socorristas palestinos. O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmou que al-Arabid era responsável por esconder reféns e altos funcionários do Hamas, e por restaurar as capacidades operacionais do grupo. O Ministério do Interior do Hamas disse que al-Arabid ficou ferido durante o confronto, sua esposa foi morta e várias crianças ficaram feridas. Uma fonte de segurança de Gaza contestou a afirmação de Netanyahu, dizendo que o papel de al-Arabid era combater colaboradores com Israel. Os militares israelenses e o Shin Bet confirmaram a prisão e disseram que al-Arabid foi transferido para Israel para interrogatório. A operação ocorreu apesar de um cessar-fogo em vigor desde outubro de 2025, e ataques israelenses continuaram quase diariamente, causando mais de 1.300 mortes desde o início do cessar-fogo.
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O que sabemos
O Ministério do Interior do Hamas disse que al-Arabid ficou ferido e sua esposa foi morta, com várias crianças feridas.
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O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu anunciou a prisão e afirmou que al-Arabid estava envolvido em esconder reféns e reconstruir as capacidades do Hamas.
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Forças israelenses prenderam Mouein al-Arabid, chefe de segurança interna do Hamas, durante uma incursão na Cidade de Gaza em 1º de setembro de 2026.
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Os militares israelenses e o Shin Bet confirmaram a prisão e disseram que al-Arabid foi transferido para Israel para interrogatório.
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A operação ocorreu apesar de um cessar-fogo em vigor desde outubro de 2025.
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Forças israelenses prenderam Moueïn al-Arabid, chefe de segurança interna do Hamas, durante uma incursão na Cidade de Gaza que matou pelo menos quatro pessoas, incluindo três crianças. Netanyahu disse que al-Arabid estava envolvido em esconder reféns e reconstruir capacidades do Hamas; o Hamas chamou a operação de criminosa.
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