Líderes da OCS condenam ataques EUA-Israel ao Irã e sanções ocidentais na cúpula de Bishkek
Na cúpula de dois dias em Bishkek, Quirguistão, os líderes da OCS assinaram a 'Declaração de Bishkek' condenando os ataques EUA-Israel ao Irã, que, segundo eles, violam o direito internacional e causaram baixas civis. Eles expressaram condolências pela morte do Líder Supremo do Irã e reafirmaram apoio à soberania do Irã e aos direitos do TNP. A declaração também se opôs a medidas coercitivas unilaterais, apoiou a cooperação econômica e condenou o terrorismo em todas as suas formas. Índia e Paquistão trocaram acusações sobre alegações de terrorismo.
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O que sabemos
Os membros da OCS expressaram condolências pela morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei.
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A declaração se opôs a medidas coercitivas unilaterais e apoiou os direitos do Irã no TNP.
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A declaração condenou os ataques militares dos EUA e de Israel contra o Irã.
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Os líderes da OCS assinaram a Declaração de Bishkek em 1º de setembro de 2026.
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Os líderes da OCS se comprometeram a combater o terrorismo, o separatismo e o extremismo.
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Índia e Paquistão trocaram acusações sobre terrorismo.
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Líderes da Organização de Cooperação de Xangai (OCS) assinaram uma declaração conjunta condenando os ataques militares dos EUA e de Israel ao Irã e as sanções ocidentais aos estados membros, além de abordar cooperação econômica e terrorismo.
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