Números de acasalamento de chocos gigantes caem 97% no sul da Austrália
Todos os invernos, a Costa dos Chocos, no sul da Austrália, sedia o maior evento de acasalamento de chocos gigantes do mundo, com centenas de milhares se reunindo em alguns anos. Este ano, números oficiais divulgados este mês estimam que apenas 1.811 chocos apareceram para acasalar, contra 63.000 no ano passado — uma queda de 97% e o menor número já registrado. O governo estadual sugere que uma floração de algas tóxicas que afeta o litoral há mais de 18 meses pode ser a responsável. Apenas 440 ovos foram contados, em vez dos milhões habituais. Mergulhadores observaram comportamento arisco entre os poucos adultos. O declínio gerou pedidos para listar a espécie como ameaçada de extinção. Embora as populações de chocos flutuem naturalmente, a situação atual é sem precedentes, e pesquisadores estão investigando o papel da floração de algas. A curta vida útil da espécie significa que o sucesso desta temporada de reprodução é crítico para a população do próximo ano.
O que sabemos
Os números oficiais estimam que 1.811 chocos participaram da temporada de acasalamento de 2026, contra 63.000 em 2025, uma queda de 97%.
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Apenas 440 ovos foram contados ao longo da Costa dos Chocos, em comparação com milhões em anos normais.
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Pesquisas anteriores registraram mínimos de 13.500 em 2013 e máximos de 247.000 em 2020.
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Uma proliferação de algas tóxicas afeta o litoral do Sul da Austrália há mais de 18 meses.
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O governo estadual sugere que a proliferação de algas pode ser a causa.
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Os chocos adultos vivem apenas de 12 a 18 meses e morrem após a reprodução.
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Mergulhadores observaram menos adultos do que o esperado, com comportamento arisco.
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O declínio é o mais baixo já registrado.
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Números oficiais mostram que apenas 1.811 chocos gigantes se reuniram para acasalar este ano na Costa dos Chocos, no sul da Austrália, uma queda de 97% em relação aos 63.000 do ano passado, gerando temores de um declínio catastrófico ligado a uma floração de algas tóxicas.
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